Shopping cart

No Widget Added

Please add some widget in Offcanvs Sidebar

All Access

Confira o que rolou no Feeling Pro Rock 2016

Email :80

O Feeling Pro Rock  sempre traz surpresas por parte dos fãs que vão prestigiar as bandas no festival,  e esse ano não foi diferente. A genteney esteve lá e te conta como foi a nossa impressão sobre os shows e sobre o festival como um todo. Vem ver:

Bem, primeiramente devemos dizer que nesse ano, além de o publico ter sido bem maior, a organização do festival foi impecável e não houve tantos atrasos por parte das bandas, o que já causou uma boa primeira impressão sobre o festival como um todo.

A Luanda, mostrou-se bastante enérgica no palco com um show muito animado e empolgante, trazendo muitos fãs que fizeram uma surpresa para a banda com cartazes e  jogando balões brancos durante a canção “Quando a neve congelar”. Com um som pop bem característico, a banda se destacou, dentre outras coisas, pelo seu vocalista com uma bela voz, que levantou o público presente no festival com suas canções com melodias extremamente bem feitas e executadas. A banda terminou o show com aplausos do público.

Em seguida, chegou a vez da banda Selvagens a procura de lei agitar a galera. A banda já começou o seu show sob pulos e gritos dos fãs,que se amontoavam na pista próximo ao palco.

Interagindo com o público, a banda mostrou um ritmo bem brasileiro em suas músicas,  sem deixar de lado as influências do rock gringo. A música q diz “O amor não é pop o amor é um rock”, foi Oferecida para Tom Zé, Raul Seixas e Amado Batista ou Arnaldo Antunes. Terminaram o show sob aplausos dos fãs,que posaram pra costumeira foto de fim de show.

Já a banda Vivendo do Ócio, abriu seu show com nostalgia, contagiando o público imediatamente.

Tocando um setlist  que percorreu os 3 CDs da banda, não deixaram de fora nenhum hit e com certeza agradaram a todos os fãs que lá estavam. Devemos destacar que a banda tem uma ótima energia e presença de palco, além de interagirem com a plateia durante as músicas, o que com certamente, fez  com que a banda ganhasse novos adeptos.

Sob altíssimo alvoroço do público e com o evento já mais bem mais cheio, Esteban adentrou ao palco do festival, dando inicio ao seu show com a canção “Janeiro”, o que levou o público a formar a maior aglomeração em frente ao palco no festival, cantando a canção em unissom.

O show se mostrou bastante envolvente e com uma energia intimista, mesmo com solos de guitarra improvisados pelo cantor. Essa apresentação foi focada nos EPs e CDs em português da carreira solo do artista.

Em um momento do show, Esteban agradece o público presente por estar lá, e ressalta importância de sair de casa para ouvir música ao vivo. Disse também, que se sente feliz por dividir o palco com bandas mais novas.

Interagindo bastante com o publico, arrancou gritos da plateia que iam desde pedidos de músicas à afirmações positivas sobre sua apresentação. O cantor deixou o palco sendo ovacionado pelo público que se mostrava totalmente satisfeito com a apresentação.

Mostrando que mesmo depois de anos de estrada, ainda tem um grande público fiel, o Gloria começou sua apresentação sob muitos berros e gritos,  abrindo com a canção “Desalmado” o que levou o público ao ecstasy.  O show teve direito ao famoso “bate cabeça” com um público que correspondia a toda a energia, peso e velocidade das músicas da banda.

Durante o cover de “liniker zero” quem dominou foi o público,  cantando grande parte da música. O gloria encerrou sua apresentação cantando “Onde estiver” uma das músicas mais pedidas pelo público.

Já a Scalene,  subiu ao palco com enorme recepção do público que respondeu com muita empolgação e um som ensurdecedor que se repetia música após música. Começando com a música que já é clássica nos shows da banda, que é conhecida por apresentações impecáveis em vários aspectos, fazendo jus a fama.

A banda com menos tempo de estrada dos headliners  do festival e provavelmente a menos conhecida, parece ter agradado o público que não os conhecia. A cada nova música, o público vibrava ansiando por mais. Na última canção, os integrantes das bandas Medulla, Far From Alaska e Supercombo invadiram o palco, o que parece ser um costume em todos os festivais em que as bandas tocam juntas.

O Strike entrou com cerca de 15 minutos de atraso, mas o público pareceu não se importar com isso.  O vocalista, ao entrar no palco, desculpou-se e prometeu o melhor show a todos presentes. E foi o que eles realmente fizeram: não deixaram ninguém parado! com muita empolgação, tocaram músicas que, com certeza, fizeram parte da adolescência de muitos que estavam acompanhando a apresentação. Eles mostram uma presença de palco de bandas que fazem o que realmente amam a muito tempo, deixando claro a experiência da banda em cima dos palcos. Durante o show rolou cover da música “Papo Reto”, uma homenagem ao Charlie Brown Jr. Ainda teve covers de Blink 182 e Green Day, e é claro, todos os principais hits da banda levando o público ao delírio, tornando-se um dos pontos altos do festival.

Por último, o Strike contou com a opinião do público que pode escolher as músicas que encerrariam a apresentação da banda, finalizando em grande estilo.

O Tihuana também entrou atrasado, mas isso parece não ter atrapalhado nem um pouco a sua apresentação. Sendo a banda com mais tempo de estrada a tocar nesse festival com um público mais jovem, inicialmente não notava-se muitas pessoas cantando as músicas da banda, mas isso mudou logo após que o  vocalista começou a interagir bastante com o público.

A banda animou o público com seus maiores sucessos e apresentou um cover da música “Quero ver o oco” dos Raimundos que o público parece ter curtido bastante, pois cantava em alto e bom som. Emendaram logo com um cover de “Killing in the name” do Rage Agaist The Machine e terminaram a apresentação com a esperada “Tropa de Elite”.

A última banda do festival entrou no palco após sorteios de alguns presentes das bandas feito pela produção do evento. O CPM22 era uma das bandas mais esperadas pelo público e entrou no palco para encerrar o festival. O público cantou todas as músicas, desde as mais antigas até as mais atuais, fazendo um grande coro no show da banda.

Eles tocaram ainda, uma música nova que segundo o vocalista, pode estar no próximo CD da banda e deu a entender que não era a primeira vez que eles tocavam aquela canção ao vivo, pois pediu para que o público cantar com ele, se soubesse a canção.

O show também foi marcado pelo retorno do baixista Fernando a banda, que disse estar feliz por estar de volta. Tocaram os maiores hits da carreira e Badauí ainda completou dizendo que a turnê do DVD de 20 anos da banda está no final, e que no fim de setembro a banda já começam a gravar um novo CD. Encerram a apresentação com a canção “Regina Let’s Go” é claro, um dos maiores sucessos da banda. Pra completar, ao final de tudo o baterista e o vocalista ainda atenderam a alguns fãs para fotos, autógrafos e troca de ideias.

Nossas considerações finais sobre o festival:

O festival como um todo foi muito bem produzido, a organização de segurança, estava boa, mas um ponto negativo, é que pode-se perceber algumas pessoas pulando da pista comum para a premium sem a organização do festival ver, pois não havia nenhum tipo de controle ao que nos parece. No geral, os shows foram bem bacanas e no final das contas todo mundo se divertiu!

Veja algumas fotos abaixo:

Agradecimentos especiais dessa matéria para o Khalil Ayache que foi nossos olhos e nossos ouvidos, tornando tudo isso possível.

 

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Related Post